gvSIG 1.10: Mesclar Feições Selecionadas

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Essa dúvida foi extraída da Lista de usuários gvSIG:
———- Forwarded message ———-
From: Elisaury Suarez <--------@hotmail.com>
Date: 2010/7/30
Subject: [Gvsig_usuarios] Como hacer un Merge en Gvsig
Tengo una capas, en este caso de una division administrativa,una provincia, pero cada una de ella esta de forma independinte en este caso en municipios y quisiera todas estas capaz en una sola capa. Asumo que existe algun Geoproceso en gvsig que hace esto. alguien me puede guiar.
Vamos ajudar Elisaury a descobrir como realizar um merge no gvSIG.
Para realizar esse processo, separei alguns municípios do estado do Amapá que se enquadram perfeitamente na questão acima (clique para ampliar):
Clique na ferramenta Geoprocessing Tools:
Na categoria Data Conversion, selecione a função Merge:
Antes de executar o processo, entenda como funciona o procedimento para mesclar feições no gvSIG:
De forma geral, um único arquivo shapefile deve conter vários arquivos shapefile. Para realizar esse procedimento, em primeiro lugar é preciso armazenar todos os arquivos shapefile num determinado diretório.
Em seguida é preciso clicar no botão Choose Directory para selecionar a pasta que contém os arquivos shapefile.
Finalmente selecione todos os arquivos que serão unidos no processo e aponte para um local do disco rígido para criar o shape armazenador (clique na imagem abaixo para ampliá-la):
Todos os arquivos separados foram agregados em um único shapefile. O processo de unir feições no gvSIG é um sucesso pela rapidez e eficiência. Outro detalhe interessante é que o aplicativo manteve todos os atributos dos arquivos originais:
Esse procedimento foi testado na versão 1.10 OADE e também pode ser executado através das  Ferramentas Sextante.

6 Comentários

  1. Só devemos ter cuidado quando da escolha das cores. A cartografia temática recomenda o uso de tons de azul para corpos d'água. Veja que ficou um grande polígono azul junto ao mar (também azul), o que pode gerar erros de interpretação para quem não sabe que ali é o Amapá.

    Um abraço.

  2. Grande contribuição, J Carlos!

    Nem havia atentado para esse detalhe. Vou modificar as opções do gvSIG para que o polígono gerado automaticamente crie outra cor.

    Leitores, observem e aprendam!

  3. Permitam-me uma intervenção. Não há problemas com a utilização das cores enquanto o mapa estiver sendo trabalhado. A(s) cor(es) default do(s) aplicativo(s) de geoprocessamento não significam nada, o que vale é o conteúdo. Agora, quando o mapa estiver em formato de saída, ou seja, for publicado ou disponibilizado, a estória muda de foco. Escrevi um artigo anos atrás, publicado num congresso de cartografia com o tema: Mapas para ler e não para ver, que abordava exatamente esta questão.

  4. Olá Pessoal!
    Acho que tanto o Comentário do J. Carlos como do Esdras são bem pertinentes.
    Esdras você poderia disponibilizar este artigo para nós, talvez através do seu blog?
    Abraço a todos.

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